quarta-feira, 25 de março de 2015

Exercícios da página 33

1.Epidemiologia é o ramo da medicina que investiga tudo o que diz respeito a epidemias e as maneiras de trata-las e evita-las.

Infecção é o processo de infeccionar-se. É a invasão e proliferação de um microorganismo patogênico, como a bactéria, um protozoário ou um vírus, no interior de um ser vivo, denominado hospedeiro.

Virologia é o ramo que estuda os vírus.

Vetor é o veículo transmissor de doenças, no caso da dengue o veículo transmissor é o mosquito.

2. a) No ano de 1989
    b) Vacinação
    c)O Brasil deve continuar com o controle dessa doença para não se tornar um país endêmico

3.Os vírus são caracterizados como parasitas, porque eles necessitam do metabolismo de um hospedeiro para se mutiplicar. E eles tem grande importância para os seres vivos, em ambientes aquáticos eles influenciam o crescimento de outros organismos; são capazes de infectar algas e a morte dos organismos infectados disponibiliza nitrogênio, carbono e outros nutrientes para o ambiente; são um importante fator de seleção natural; e podem ser utilizados como instrumento terapêutico, eles desempenham papel central na técnica denominada terapia gênica.

4.a) Infecção  é a penetração e proliferação de um agente infeccioso em um hospedeiro e as doenças são as consequências das lesões causados pelo agente, alterando seu estado de saúde.
  b) As doenças infecciosas são contagiosas, pois elas causam reações do nosso corpo, como fluidos corporais, que permite os microrganismos patogênicos de infectar outra pessoa.

5-a) A transmissão de pessoa a pessoa de um vírus se dá através de uma transmissão direta, dos dois tipos: modo imediato, quando existe contato físico entre a fonte primária de infecção e o novo hospedeiro(por exemplo: transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis), ou de modo mediato, quando não há contato físico entre a fonte primária de infecção e o novo hospedeiro (por exemplo: a transmissão por meio das secreções oronasais suspensas na atmosfera, o famoso espirro). A partir de então o vírus deposita seu material genético no interior da célula e acontece todo aquele processo de multiplicação do material genético viral.


5-b) A pessoa pode ser contaminada tbm através de uma água contamida ou alimento contaminado e ingerido e o vírus acaba caindo na corrente sanguínea e contaminando o indivíduo. 

5-c)Vetores são agentes que carregam o vírus na corrente sanguínea e quando atacam, picam um indivíduo eles acabam transmitindo o vírus para corrente sanguínea do mesmo que se contaminará.


6. As diferenças entre ciclo lisogênico e o lítico acontecem após a injeção do genoma viral. No ciclo lisogênico o material genético do fago se integra ao cromossomo e quando a célula entra em processo de divisão, o genoma com o material genético se duplica e é dividido entre as células filhas. E no ciclo lítico o material genético do fago se separa do genoma bacteriano e ocorre a formação de fagos dentro da bactéria, que a rompem e são liberados, podendo levar pedaços do cromossomo da bactéria para outra.

7.Congenita (mae pra filho), utensilios contaminados e atraves de relacao sexual. Nao compartilhar objetos como: seringa, alicates dr cuticula, etc, utilizar preservativos nas relacoes sexuais e fazer o pré-natal adequadamente com uso de medicamentos atuais que podem inibir o bebê de nascer com a doença.

8. O príon é composto por proteínas, não possuem ácidos nucleicos (DNA e/ou RNA), não possuem carga genética, possuem estrutura estável, resistentes a enzimas digestivas e à inativação por métodos que modificam os ácidos nucléicos. E os bacteriófagos possuem proteínas, ácidos nucleicos (DNA ou RNA), capsídeo (protege os ácidos nucleicos) e a maioria apresenta cauda (o acido nucleico passa durante a infecção).

9. Porque o vírus depende do metabolismo de um hospedeiro para se multiplicar, então provavelmente eles evoluíram com os seus hospedeiros.

10. a) A perda da eficácia das vacinas está ligada às mutações constantes que os vírus sofrem, por isso apresentam grandes variabilidade genética, o que contribui para uma rápida adaptação às novidades ambientais.
  b) A forma mais eficiente de prevenção é por meio de vacina e evitando o contato próximo de pessoas contaminadas.






domingo, 15 de março de 2015

VÍRUS


--> Características
       * organismo acelular
       * sem metabolismo, sem consumo de energia (oxigênio + alimento= profucao de ATP, não tem)
       * parasitas intra celulares obrigatórios

--> Estrutura
       * envelope (nem todos) -> Lipoproteína }  PROTEÍNAS
       * capsídeo->.  lipoproteína/proteína.       }    LIGANTES
       * genoma- DNA, RNA ou DNA/RNA -> Dependendo da fase da vida

--> Multiplicação
       * Lítico -> destruição da membrana da célula hospedeira. Ex: ebola
       * Lisogênico -> se reproduz na célula e sai. Ex: resfriado

PROTEÍNAS LIGANTES:
 - Hemaglutinina. } especificidade - espécie
 - Neuraminidase }.                             -  celular
                                           Ex:H1N1
A ORIGEM DOS VÍRUS 




A origem dos vírus não é inteiramente clara, porém a explicação actualmente favorecida é que eles sejam derivados dos seus próprios hospedeiros, tendo origem de elementos transferíveis, como plasmídeos ou transposons (elementos transponíveis, são segmentos de DNA que têm a capacidade de mover-se e replicar-se dentro de um determinado genoma). 



Na figura 1 da imagem acima, vemos um vírus bacteriófago prestes a infectar uma bactéria; na figura 2 o vírus injeta seu material genético dentro da bactéria; na figura 3 o material genético se multiplica e começa a produção de proteínas virais; na figura 4 o material genético reunido às proteínas constitui novos bacteriófagos; na figura 5 a bactéria se rompe liberando novos vírus, que darão continuidade ao ciclo, conhecido como ciclo lítico.

É desta forma que os vírus infectam nosso organismo. Percebam que eles necessitam de uma célula hospedeira para sobreviver, por isso ainda há muita discussão para saber se os vírus são seres vivos.

REGRAS DE NOMECLATURA BIOLÓGICA (LINNEAUS)



1.  Binomial
2.  Latin; (unia todos os povos europeus e não tinha risco de mudar)
3.  Gênero ---> Letra inicial maiúscula
     Espécie ---> Letra inicial minuscula
4.  Quando manuscrito - sublinhado
     Quando digitado - itálico

Trinomial --> gên. espéc.* subespéc. + varie

obs*: Se a espécie varia, não há troca de genes.

Homo Sapiens - argila pensante



















domingo, 8 de março de 2015

ESPECIAÇÃO

Especiação é a formação de novas espécies a partir de uma população já existentes. As causa da especiação mais comuns são:

ISOLAMENTO GEOGRÁFICO - consiste na separação de uma população por uma barreira geográfica, formando assim subpopulações. A barreira geográfica pode ser um rio, uma montanha ou um cânion, por exemplo. As subpopulações começam a sofrer diferentes pressões e consequentemente os genes selecionados em uma subpopulação serão diferentes da outra subpopulação. Em virtude da barreira geográfica, as duas subpopulações ficarão impedidas de cruzar e as diferenças entre elas ficarão cada vez mais acentuadas.  Surgindo assim as subespécies. Com o tempo estas subespécies podem ficar tão diferentes umas das outras que se torna impossível a reprodução entre elas. Quando isso acontece temos o isolamento reprodutivo e, consequentemente, o surgimento de novas espécies.
                                                     
ISOLAMENTO GEOGRÁFICO

REDUÇÃO DE FLUXO GÊNICO (troca de material genético possibilitado pelos cruzamentos) - a especiação também pode ocorrer em uma população sem barreiras extrínsecas específicas para fluxo gênico. Imagine uma situação em que uma população se estende em uma ampla faixa geográfica e o acasalamento dentre a população não é aleatório. Indivíduos no extremo oeste não teriam nenhuma chance de acasalar com indivíduos do extremo norte. Com isso temos fluxo gênico reduzido, mas não um isolamento total. Isto pode ou não ser suficiente para causar uma especiação. Especiação provavelmente também requereria pressões seletivas diferentes nos extremos opostos, o que alteraria a frequência gênica nesses indivíduos a ponto de que eles não seriam mais capazes de se acasalarem se estivessem reunidos.
REDUÇÃO DO FLUXO GÊNICO

SELEÇÃO NATURAL

CHARLES DARWIN
Darwin foi o primeiro a sugerir que os organismos não eram imutáveis. A cada nova geração pequenas modificações surgiam e algumas delas tornavam seus portadores mais aptos a viver e se reproduzir em um dado ambiente.
Intrigado, Darwin não sabia como as espécies se originavam, ele propôs uma teoria de que a natureza de forma distinta selecionaria indivíduos com pequenas diferenças entre si, favorecendo alguns com características vantajosas à sobrevivência, pois então conseguiria se reproduzir e de passar aos seus descendentes essa características. Para Darwin, ao longo de muitas gerações, o acúmulo dessas pequenas diferenças levaria à formação de uma nova espécie.

A partir do momento em que formulou sua teoria, Darwin passou décadas reunindo dados que pudessem enriquecê-la. Ele determinou SELEÇÃO NATURAL o mecanismo que torna possível o processo de evolução, ou seja, a ação da seleção natural consiste em selecionar indivíduos mais adaptados a determinada condição ecológica, eliminando aqueles desvantajosos para essa mesma condição.


Assim é perfeitamente aceitável que houvesse um ancestral comum, bastante remoto, tenha sido o ponto de partida para a origem de todas as demais espécies. 

SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA

Antigamente, classificação dos seres vivos fundamentava-se principalmente pelos aspectos morfológicos, ou seja, sempre que um ser vivo apresentasse características físicas semelhantes a outro, era agrupado na mesma categoria taxonômica. O grande problema é que nem sempre as semelhanças morfológicas refletem relações evolutivas entre as espécies, como por exemplo, o golfinho e o tubarão.
Figura 1) Árvore Filogenética do golfinho, mostrando que o golfinho pertence aos mamíferos.

   
Willi Hennig propôs ,em 1966, uma classificação que expressaria as relações de parentesco evolutivo entre as espécies (vivas ou extintas). Essa proposta recebeu o nome de Sistemática Filogenética. Ela pode ser dividida em:
TAXONOMIA – classifica, descreve e nomeia os seres vivos;
FILOGENIA – estuda a evolução e o parentesco entre as espécies. A filogenia pode ser reconstruída com base em caracteres derivados compartilhados(novidades evolutivas);
SISTEMÁTICA – relaciona a filogenia com a classificação dos seres vivos;
CLADÍSTICA – reconstrói a história evolutiva pela análise de evidências evolutivas, características primitivas e características derivadas. Compara organismos que se pretende estudar (grupos internos) com outros grupos evolutivamente próximos, cuja origem tenha sido anterior (grupos externos).
  • Segundo a Sistemática Filogenética a variedade de organismos é gerada de duas maneiras: por meio da CLADOGÊNESE e da ANAGÊNESE.

CLADOGÊNESE (clado = ramo) – compreende em processos responsáveis pela separação da ligação original em uma população, gerando duas ou mais populações que não podem mais trocar genes entre seus indivíduos. Essa separação pode ocorrer em função do fenômeno do surgimento de barreiras geográficas e mesmo da ocorrência de mutações. Se permanecerem separadas, sem trocar genes, cada uma dessas populações passa a ter sua própria história evolutiva e essas populações modificam-se ao longo do tempo, podendo originar uma espécie distinta.

ANAGÊNESE (ana = para cima; genesis = origem) -  compreende processos pelos quais  um caráter surge ou se modifica numa população ao longo do tempo, sendo responsável pelas "novidades evolutivas".
A anagênese resulta da interação entre mutação, permutação e seleção natural.


quarta-feira, 4 de março de 2015

CLASSIFICAÇÃO BIOLOGICA


Classificar é uma tendência que nossa espécie tem ao deparar com variedades, facilitando nossa compreensão e maneira de lidar com as diferenças e semelhanças. Classificamos, por exemplo, o que colocamos em cada uma de nossas gavetas: meias, camisas, documentos; os filmes: romance, comédia, terror; e até as pessoas: engraçada, legal, inteligente, chata, etc. – e, para determinar “o que é” e “o que não é” de cada grupo, utilizamos critérios para tal.

Sempre houve necessidade de classificar os seres vivos. Há muito tempo, as classificações surgiram na Grécia Antiga. A primeira classifição foi feita por Platão ( 428-348 a.C.). Ele propôs uma classificação baseada na semelhança, pois ele acreditava que existia um lugar em que tudo era perfeito, que seria a mente de Deus. Ele criou uma maneira de classificar os seres vivos chamada espécie (eidos).
A segunda classificação foi feita por Aristóteles (Pai da Biologia - Aluno de Platão). Ele classificou os seres vivos de acordo com o meio em que vivem e usou o critério ambiental. Além de espécie ele utilizou gênero (yévos).
A terceira classificação foi feita por Teofrasto de Eressos (370 - 286 a.C./Pai da Botânica/Aluno de Aristóteles). Ele classificou as plantas em ervas, arbustos, arvoretas e árvores; utilizando o critério de tamanho.
A quarta classificação foi feita por Carl von Linné ou Carolis Linnaeus (1707 - 1778). Ele escreveu um livro chamado Sistema Naturae, no qual ele classifica os seres vivos em categorias taxonômicas: Reino, Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie. Espécie é um grupo de seres vivos semelhantes, que vivem na mesma área, cruzam entre si e geram descendentes férteis. Linnaeus usou critérios de características morfológicas, fisiológicas e anatômicas.
A quinta foi feita por Robert Whittaker (1920 - 1980). Ele propôs a divisão dos seres vivos em 5 reinos: Monera, o das bactérias; Protoctista, o dos protozoários; Fungi, o das plantas; Metáfita, o das plantas; e Metazoa, o dos animais.